Ricardo Zonta foi o primeiro a ver a bandeira quadriculada no retorno da Stock Car a Brasília após mais de uma década. Mas não pode celebrar a vitória.
O piloto Shell não cumpriu a parada obrigatória por seguidas e longas intervenções do safety-car. Acabaram os 30 minutos da contagem regressiva para os pits e foi aplicada a bandeira quadriculada. Como o regulamento impede a parada sob safety-car e a direção de prova achou por bem não interromper a corrida com bandeira vermelha após um acidente envolvendo três carros nos minutos finais da prova, Zonta seguiu na pista bem como outros competidores.
Eles todos foram desclassificados como consequência.
Na prática, houve apenas uma volta para os carros pararem, o que a equipe CAR Racing fez com Gianluca Petecof. Ele ingressou nos pits em um verdadeiro congestionamento junto com a maioria dos competidores do grid. Recebeu a bandeirada em 23º, depois promovido a 13º.
Neste domingo acontece a corrida principal da penúltima etapa, com Zonta largando em décimo e Petecof em 21º.
A largada está marcada para 15h30, com transmissão ao vivo pela Band e Sportv.
O que eles disseram:
“Ganhei a corrida na pista e éramos muito rápidos, tanto que a volta mais rápida é a nossa. Infelizmente, a entrada do safety car e o fechamento de box, com a direção de prova acabando a corrida em uma volta nos tirou a vitória! Geralmente num acidente grave a bandeira vermelha é acionada e o tempo para que todo mundo tivesse uma volta para fazer seu pitstop. Essa vitória é nossa e do Team RC, que fez um grande trabalho.”
Ricardo Zonta
“O quali foi aquilo que já temos enfrentado, por detalhe fiquei de fora do Q2 e ainda tinha uma punição para cumprir no grid de hoje, então larguei de último. Nessa corrida meu único objetivo era ficar na pista e aproveitar as oportunidades. No final teve uma bagunça nos pit stops, consegui cumprir minha parada e, quando voltei, estava em décimo terceiro, o que foi positivo, considerando que eu saí de último. Salvamos pontos e amanhã, largando de 21º, a mentalidade vai ser a mesma.”
Gianluca Petecof

